sexta-feira, 4 de julho de 2008

Sábado, 14 de junho de 2008

Você sabe que está no século 21 quando...

1 - Você acidentalmente tecla sua senha no microondas.

2 - Há anos não joga paciência com cartas de papel.

3 - Você tem uma lista de 10 números de telefone para falar com sua família de 3 pessoas.

4 - Você envia e-mail ou MSN para conversar com a pessoa que trabalha na mesa ao lado da sua.

5 - Você usa o celular na garagem de casa para pedir a alguém que o ajude a desembarcar as compras.

6 - Todo comercial de TV tem um site indicado na parte inferior da tela.

7 - Esquecendo seu celular em casa, coisa que você não tinha há 20 anos, você fica apavorado e volta para buscá-lo.

8 - Você levanta pela manhã e liga o computador antes de tomar o café.

10 - Você conhece o significado de naum, tbm, qdo, xau, msm, dps...

11 - Você não sabe o preço de um envelope comum.

12 - A maioria das piadas que você conhece, você recebeu por e-mail (e ainda por cima ri sozinho).

13 - Você fala o nome da firma onde trabalha quando atende ao telefone em sua própria casa (ou até mesmo no celular).

14 - Você digita o "0" para telefonar de sua casa.

15 - Você vai ao trabalho quando o dia ainda está clareando com preguiça, volta para casa quando já escureceu.

16 - Quando seu computador pára de funcionar, parece que foi seu coração que parou.

17 - Você está lendo esta lista e está concordando com a cabeça e sorrindo.

17 - Você está concordando tão interessado na leitura que nem reparou que a lista não tem o número 9.

18 - Você voltou para verificar se é verdade que falta o número 9 e nem viu que tem dois números 17.

19 - E agora você está rindo sozinho.

20 - Você já está pensando para quem você vai enviar esta mensagem.

FIM.

Sexta-feira, 13:

"Somos só nós e temos que estar unidos". Amanhã é a missa de 7º dia, tudo bem. Mas daí a ir todo final de semana é quase uma chantagem (por causa do momento). Compreendo que a união é importante e, por isso, vou colaborar dessa forma inicialmente. Depois, demonstrar união de outro jeito. Não concordo com religião imposta: se acham que é isso que falta em minha vida, sem problemas: me sinto bem no "Centro".

Tentativa de auto-animação. Funcionou na pizzaria com S and V, mas foi momentâneo. Pelo menos é um começo. V gostou de mim pessoalmente :S

:: Enviado por Dulce - 14:38 ::
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Quinta-feira, 12 de junho de 2008

Muito mal.

Mas não é pelo dia 12 de junho. É pelo dia 08 de junho de 2008.

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Terça-feira, 10 de junho de 2008

Vento No Litoral

Legião Urbana

Composição: Renato Russo

De tarde quero descansar
Chegar até a praia e ver
Se o vento ainda está forte
E vai ser bom subir nas pedras
Sei!
Que faço isso prá esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando
Tudo embora...

Agora está tão longe vê
A linha do horizonte
Me distrai
Dos nossos planos
É que tenho mais saudade
Quando olhávamos juntos
Na mesma direção
Aonde está você agora
Além de aqui
Dentro de mim...

Agimos certo sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você está comigo
O tempo todo
E quando vejo o mar
Existe algo que diz
Que a vida continua
E se entregar é uma bobagem...

Já que você não está aqui
O que posso fazer
É cuidar de mim
Quero ser feliz ao menos
Lembra que o plano
Era ficarmos bem...

Eieieieiei!
Olha só o que eu achei
Hum! Hum! Hum! Hum!
Cavalos-marinhos...

Sei que faço isso
Prá esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando
Tudo embora...

[Alguns fragmentos dessa música são para o senhor: Meu Avô] ...



O senhor nunca disse palavras carinhosas, nunca disse que amava, nem que gostava. O senhor sempre teve aparência durona, eu não percebi antes, mas na verdade não era bem isso. O senhor ensinou que demonstrar é mais importante do que falar. Será que eu demonstrei corretamente? Questiono se não deveria ter sido mais clara, ao menos uma vez. Questiono se o fato de não fazer isso, foi porque eu mesma não tinha me dado conta de que o tempo, talvez, não fosse muito amigável.

É estranho escrever isso para o nada. É estranho escrever isso depois que o senhor se foi. Sei que eu não te diria isso pessoalmente, mas será que o senhor percebeu o que nem eu tinha percebido?



Demorou para a ficha cair e quando aconteceu, foi como se o concreto tivesse ficado com um buraco com sua forma. Eu me surpreendi. O senhor me surpreendeu. É difícil confessar, mas nunca pensei que esse buraco fosse do tamanho que ele é. Nunca imaginei que ia doer como dói. Achei que pelo tempo que passamos afastados seria mais fácil. Mas não foi. Aprendi que o tempo que passamos sem nos ver, nunca te fez ausente. Só me dei conta da realidade, quando cheguei em sua casa. Aquela imagem está bem fixa em minha memória: o senhor num caixão. Como eu poderia imaginar que alguém tão forte, que não conseguia ficar quieto, que reclamava quando não te deixavam fazer suas coisas, iria estar ali, justamente ali? Foi então, só então, que eu acreditei: o senhor não iria voltar... Sempre foi tão forte... se tivesse que voltar, não ficaria tanto tempo ali...



Falar em acreditar, o senhor acredita que, só agora soube que estava torcendo por mim? Duas ou três semanas antes, como o senhor mesmo disse, conheceu parte de mim que ainda não tinha tido a chance de perceber (este foi o ponto em que a distância atrapalhou). Ainda bem que pude te orgulhar um pouco. Soube que se orgulhou de mim quando lhe falei sobre os meus planos para o futuro. Que a partir daquele momento, o senhor me chamou de jovem decidida e disse que meu futuro era promissor. Queria tanto te dar o gosto de passar no concurso que estava fazendo no dia que o senhor se foi... não sei se isso vai ser possível, mas, pelo senhor, não deixei de comparecer no dia da prova, pelo senhor, mesmo sabendo que não iria me concentrar, eu tentei.

Alguns fragmentos me perseguem e, assim será, até meu último instante... Lembro:



- De seus planos com o sítio, de como gostava de nos ver passeando por lá, de como gostava de nos mostrar frutas e bichos.



- Da sua mania de guardar bagulhos, como diziam.



- Do seu prazer em consertar tudo.



- Casa de baixo para casa de cima: "Vovô! Quero bala!".



- "Vovô! O senhor sabe consertar minha televisão?".



- "Vovô! Vamos fazer a brincadeira da mesa?!".

- "Quero ver o quartinho".

Lembro também:

- Quando me escondia atrás da cortina e o senhor, em conjunto com minha tia, "não conseguia" me achar.

- E minha primeira queda de bicicleta? Pedi para o senhor colocar as rodinhas para eu não cair novamente. O senhor recusou, me ajudou a levantar e me empurrou para outra tentativa. Se não fosse seu ?não?, talvez ainda não soubesse andar de bicicleta.



Nossa! O senhor comprou um computador para quando fôssemos visitá-lo e para se comunicar com a gente por msn. Dói muito ainda ter seu e-mail entre os meus contatos. Nem chegamos a nos falar...

Me disseram que o senhor ainda iria fazer a piscina que planejava. Mas isso não foi verdade...

Acho que o senhor deixou muitas reticências ...

...


Queria que estivesse aqui. Ou que estivesse em Aquidabã... Queria apenas saber que poderia passar muito tempo, mas que ainda iria te ver, que ainda ia poder contar com o senhor. Porque apesar do tempo que passamos longe um do outro, o que me fazia bem era essa certeza.

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Quarta-feira, 4 de junho de 2008

"Como amar alguém de maneira simples, sem sufocar, sem desiludir, sem a irremediável sensação de que o tempo, sempre vilão nas cantigas de paixão, ameaçe o desejo da felicidade? Não procure respostas, vocês não as encontrarão.
Amar é de alguma maneira ser imperfeito, saber seus limites e enfrentá-los por um bem maior, é na desconfiança confiar, na raiva
sorrir, na mágua perdoar. É de algum jeito ser contraditório, onde tudo leva a crer no ponto final, pegar na mão do ser amado e pontilhar um continuando... Pois já dizia um famoso verso: "Tão contrário a si é o mesmo amor".

(Autor Desconhecido)


... Como que por alívio (cansaço?), suspiro. De alguma forma, "misteriosamente", depois de tanto tempo, a vontade de escrever voltou. Sabe-se lá porque. Vai ver, quem sabe, isso se deva ao fato de que, talvez, queira gritar novamente. Não! Na verdade, dessa vez não desejo gritar. Prefiro calar e, silenciosamente, ato mais corajoso que ouso transformar em ação é permitir que uma lágrima, apenas uma, apenas ELA, caia sobre meu teclado. ELA é aquela que vem depois de atravessar tempos, de passear por intrigantes labirintos, aquela que reluta em sair, mas que é repreendida pela memória (traidora enxerida!), aquela que é única e solitária, aquela que é triunfo do desabafo. Assim, sopro pela segunda vez, para que o vento seja testemunha de quem lhe fala bem baixinho, mas o suficiente para que somente nós escutemos.

Dulce :: Enviado por Dulce - 11:56 ::
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Quarta-feira, 25 de julho de 2007

"Para saber quem somos, basta que se observe o que fizemos da nossa vida. Os fatos revelam tudo, as atitudes confirmam. O que você diz - com todo respeito - é apenas o que você diz. "

(Martha Medeiros)

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Terça-feira, 22 de maio de 2007


5 de Copas

Momento de encarar os fatos

O 5 de Copas é o seu arcano do aconselhamento nesta tiragem, Dulce, e vem para lembrar deste momento como sendo importante para que você possa ver as coisas que você evitava ver. Chega de ilusões auto-impostas! Por mais dolorido que seja, é hora de identificar o que precisa ser mudado e parar de projetar expectativas excessivas nos outros, afinal isso não é justo nem com você, nem com os outros. Confronte-se com os fatos, ainda que uma parte sua evite tacitamente fazê-lo, por puro medo de sofrer. Lembre-se que sofremos mais ainda quando insistimos em histórias que não dão certo. A maior parte de nossos sofrimentos deriva de insistências tolas que fazemos, a despeito de todos os conselhos em contrário.

Conselho: Só nos enganamos quando queremos. Acorde!

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Terça-feira, 22 de maio de 2007

A GENTE SE ACOSTUMA


Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.
A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: "hoje não posso ir". A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.
A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.


Marina Colassanti

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Segunda-feira, 21 de maio de 2007

"O dia mente a cor da noite

E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"

Metade de mim agora é assim
De um lado a poesia, o verbo e a saudade
Do outro, a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... depende de como você vê o novo,
O credo, a fé que você deposita em você e só.

Só enquanto eu respirar vou me lembrar de você.


Fernando Anitelli

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Sexta-feira, 18 de maio de 2007


Por não estarem distraídos

Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que, por admiração, se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque - a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras - e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles admiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que, estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.

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Terça-feira, 17 de abril de 2007


O que as cartas mostram:

O Rei de Paus surge no Tarot como arcano conselheiro para este momento
de sua vida, Dulce, sugerindo a necessidade de manter o máximo de
firmeza diante de situações e circunstâncias adversas. Você sofrerá testes
e o mundo observará sua reação diante de tudo isso. Neste momento, você
só poderá contar com sua própria força. No final das contas, você descobrirá
o quanto pode ser forte em momentos de desafio. Conselho: Mantenha
contato com sua autoridade interior. Confie em si!

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O que eu digo:

Queria que fosse um teste e queria ser forte também. Por mais que me
esforce, não consigo acordar no meio da noite com a garganta doendo
pelos gritos abafados. Por mais que deseje, não desperto com a mente
ecoando os gritos que venceram e foram gritados.
Como isso não é só ilusão, não é só uma peça muito bem pregada pelos
meus fantasmas íntimos, e, principalmente, como a conseqüência não
pode ser curada com cataflan, só quero aproveitar que tudo desabou
e ficar soterrada.
No entanto, há uma condição: que esteja soterrada e inconsciente.
Porque dói demais ser/estar consciente. Dói tentar respirar pelas brechas
entre os destroços. Meus destroços...
De vez em quando a "burrice" é melhor remédio que cataflan, tylenol
ou até mesmo a temida besetassil. Se com ela, conseguisse escrever
"besetassil" corretamente, me sentiria melhor que seu Aurélio. Queria
apenas não ter inteligência suficiente para saber o que eu posso perder.
Ou ser burra suficiente para não ter medo de perder.
É, é esse meu maior medo. E, provavelmente, se concretizado, a maior dor.

Dulce


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O que Clarice afirma:

"Escrever é procurar entender,
é procurar reproduzir o irreproduzível,
é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador.
Escrever é também abençoar uma vida que não foi abençoada."

Clarice Lispector

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Quinta-feira, 5 de abril de 2007

Saudade


Em alguma outra vida, devemos ter feito algo de muito grave, para sentirmos tanta saudade...
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa,
Dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe,
Saudade de uma cachoeira da infância,
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais,
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu,
Saudade de uma cidade,
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem estas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar no quarto e ela na sala, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi à consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre culpada,
Se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet,
A encontrar a página do Diário Oficial, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros,
Se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua detestando Medonhas,
Se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos,
Não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento,
Não saber como frear as lágrimas diante de uma música,
Não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
É não saber se ela está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer.
Saudade é isso que eu estive sentido enquanto escrevia
E o que você provavelmente estará sentindo depois que acabar de ler.

Miguel Falabela

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Quarta-feira, 1 de novembro de 2006


Hoje eu tô sozinha
E não aceito conselho
Vou pintar minhas unhas e meu cabelo de vermelho
Hoje eu tô sozinha
Não sei se me levo ou se me acompanho
Mas é que se eu perder, eu perco sozinha
Mas é que se eu ganhar
Aí é só eu que ganho

Hoje eu não vou falar mal nem bem de ninguém
Hoje eu não vou falar bem nem mal de ninguém

Logo agora que eu parei
Parei de te esperar
De enfeitar nosso barraco
De pendurar meus enfeites
De fazer o café fraco
Parei de pegar o carro correndo
De ligar só pra você
De entender sua família e te compreender
Hoje eu tô sozinha e tudo parece maior
Mas é melhor ficar sozinha que é pra não ficar pior

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Terça-feira, 31 de outubro de 2006


Eu tenho
Um quadro todo moderninho
Que foi pintado com carinho
Presente de um amigo meu
Eu tenho
Uma jaqueta tão surrada
Que há tanto tempo está guardada
Mas hoje à noite vou usar
Eu tenho, a solidão maior do mundo
Uma saudade que me adora
E não me deixa sossegar
Eu tenho, tanta vontade de chorar
Uma tristeza permanente
Eu tenho tanto amor pra dar
Eu tenho
O meu diário tão amigo
Pois ele sempre está comigo
Lembrando tudo o que passou
Eu tenho
Uma lembrança de tão longe
Foi quando conheci um monge
E um talismã ele me deu
Eu tenho, a solidão maior do mundo
Uma saudade que me adora
E não me deixa sossegar
Eu tenho, tanta vontade de chorar
Uma tristeza permanente
Eu tenho tanto amor pra dar.

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Sábado, 28 de outubro de 2006



Eu sempre quis dizer
Tudo que estava entalado na garganta
Perdi meu tempo em não rezar praquela santa
Tudo que eu sentia naquele momento
Era uma forte dor dentro do meu peito
Ninguém me entende!!! Ser machucado e ser deixado no escuro
E toda noite parece a pior do mundo
Não quero esse pesadelo mais pra mim
Eu quero mudar
Mas ninguém me entende
Não quero ser o mesmooo, mais ninguém me entende
Eu que mudar, mais ninguém me entende
Não quero ser o mesmooo mais ninguém me entende
Parece que eu mergulhei num mar profundo
Esses são os meus sonhos
Cobertos de escuros
Eu não queria ter sentido
Que lá tinha algo que eu perdi
Ninguém me entende!!! Ser machucado e ser deixado no escuro
E toda noite parece a pior do mundo
Não quero esse pesadelo mais pra mim
Eu quero mudar mas ninguém me entende
Não quero ser o mesmooo mas ninguém me entende
Eu que mudar mas ninguém me entende
Não quero ser o mesmooo mas ninguém me entende

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Sábado, 14 de outubro de 2006

"Eu ainda o quero no meu coração

Eu acredito que é a hora

De fazer um novo começo

Será que eu estava enganada?

E eu estava tão enganada

Quando eu percebi e voltei

E você tinha ido embora"

(Tradução- Want You Back - Mandy Moore)

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Quarta-feira, 13 de setembro de 2006


(Imagem de Lápide)

EPITÁFIOS FAMOSOS

Algumas sugestões para que, desde já, escolham o que gravar em suas lápides tumulares, evitando o dissabor de saber que os seus familiares, acometidos de dúvidas atrozes para redigi-la, acabem registrando algo que não seja digno de sua significativa e ímpar figura.

AGRÔNOMO Favor regar o solo com Neguvon. Evita vermes.

ALCOÓLATRA Enfim, sóbrio.

ARQUEÓLOGO Enfim, fóssil.

ASSISTENTE SOCIAL Alguém aí, me ajude!

BROTHER Fui.

CARTUNISTA Partiu sem deixar traços.

DELEGADO Ta olhando o que? Circulando, circulando.

ECOLOGISTA Entrei em extinção.

ENÓLOGO Cadáver envelhecido em caixão de carvalho, aroma formol e after tasting que denota a presença de microorganismos diversos.

ESPÍRITA Volto já.

FUNCIONÁRIO PÚBLICO É no túmulo ao lado.

GARANHÃO Rígido, como sempre!

GAY Virei purpurina.

HERÓI Corri para o lado errado.

HIPOCONDRÍACO Eu não disse que estava doente?

HUMORISTA Isso não tem a menor graça.

JANGADEIRO DIABÉTICO Foi doce morrer no mar.

JUDEU O que vocês estão fazendo aqui? Quem está tomando conta da lojinha?

PESSIMISTA Aposto que está fazendo o maior frio no inferno.

PSICANALISTA A eternidade não passa de um complexo de superioridade mal resolvido.

SANITARISTA Sujou!

SEX SYMBOL Agora, só a terra vai comer.

VICIADO Enfim, pó.

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Segunda-feira, 11 de setembro de 2006

(Imagem da Prova de Matemática de Aluno Burro ¬¬)


Coincidência achar isso justamente hoje... Estudei a manhã toda principalmente para matemática e por isso tenho certeza que o gabarito todo está errado ¬¬ Quem dera que isso fosse só um pesadelo. Acho que não sou desse planeta ou coisa do tipo... 4,0 não é nota de gente (principalmente quando vc já se ferrou na anterior e ela tem q ser somada a uma quatidade insignificante e dividida por 2 ¬¬). De vez em quando acho que Nilson não entra na minha cabeça... Mas o que tem que entrar na minha cabeça na verdade, é que o assunto dele não é para ser LIDO. É simplesmente como qualquer outro assunto de MATEMÁTICA...

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Domingo, 10 de setembro de 2006

Uma lágrima rolou
Do meu olho ao perceber
Que era a última vez
Que eu ia ver você
Outra lágrima rolou
Dentro do meu coração
Ao ver a velocidade
Com que as vidas vão em vão

Quando eu menos esperei
Nada mais eu encontrei
Havia desaparecido
A lágrima que eu chorei
Mas aquela que escorreu do meu peito
Lá ficou
A gota de um gosto amargo
Com o frio cristalizou

Não quero saber como proceder
Para esquecer da tua voz, do teu viver
Porque eu apenas quero caminhar
Sem ter que olhar pra trás
E ver você vivendo em paz

E você sabe que eu já sofri demais aqui
E não vejo a hora de poder ficar junto de ti
E onde você estiver
Estarei em coração, em alma e espírito
Através dessa canção
Enquanto a sua ida, puder fazer alguém chorar
É sinal que a sua vida, ainda não deve acabar
Já que não há saída
Eu posso apenas imaginar
Como seria a minha vida sem a sua pra me alegrar

:: Enviado por Dulce - 12:43 ::
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Quinta-feira, 7 de setembro de 2006

Como posso estar assim?

O que estou fazendo comigo?
O que estou fazendo da minha vida?
Cadê aquela fortaleza que havia em mim?
Se desfez, quebrou, desmoronou rapidamente....
É sempre assim, quando menos espero isso vem de novo...
Essa onda acaricia meus pés e em seguida domina meu corpo
Me invade a alma
Envolve meu corpo
E me deixa completamente perdida
Sem saber para onde ir
Sem saber o que pensar
Sem saber com quem falar
Sem poder ao menos sonhar...
O amanhã é sempre uma surpresa
Eu preciso do tempo como necessito do meu espírito neste corpo
Mas até quando me vejo vagando por instantes?
Penso que tudo vai ficar bem...
Que tudo passa...
Que tenho que VIVER cada segundo como se fosse o último
Que tenho que aceitar essa situação
Que te ter por instantes satisfaz a enorme ausência de ti em mim....
Acalma ...
Relaxa...
Uma explosão de luz, felicidade e paz vem de repente, e se vai ao mesmo tempo
As vezes fica por um breve e precioso tempo
As vezes se instala de uma tal forma que dói
E fica horas, dias ou até meses, quem sabe?
O dia amanhece, e é mais uma surpresa que surge com ele
Não sei o que há de me concederem
Só sei que com vida, novamente sou presenteada
E vejo que o desafio continua
Tento desafiar meu próprio coração
Meu corpo também....
As vezes vejo que chego ao limite...
E que minha fraqueza domina
Sem forças não consigo me encontrar
E apenas deixo a vida me levar
A onda acariciar meu pés novamente
Olho para o infinito
E de repente tudo me acalma e tranqüiliza
Escuto o barulho do mar
E minhas mágoas, tristezas, e lamentações se vão de repente
Fico dominada pela vida
E nesse momento te queria ali, ao meu lado
Queria te falar da paz que me dominara naquele instante
Ou até mesmo coisas que o tempo me ensinou nesta tua ausência
Mas vejo que estou só
Que não há ninguém comigo, além de espíritos protetores
E assim continuo seguindo
Um dia após o outro
Um pôr-do-sol maravilhoso me acalenta novamente
Olho para o nada e vejo tudo
Consigo enxergar esse enorme vazio que há no meu ser
Até quando? Não sei!!!!!

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Quinta-feira, 20 de julho de 2006

(Imagem Símbolo da Amizade)

Êhhhhhhh DIA DO AMIGO :D :D :D Dia muito muito muito importante pq... De colegas nossa vida está cheia... mas não é fácil encontrar amigos de verdade... sou feliz tb por causa disso :D :D :D

Domingo, 16 de julho de 2006

Anúncio publicado em um jornal de circulação diária, do Estado do Ceará: Homem descasado procura...

Homem de 40 anos, que só gosta de mulher, após casamento de sete anos, mal sucedido afetivamente, vem através deste anúncio procurar mulher, que só goste de homem, para compromisso duradouro, desde que esta preencha certos requisitos.

O PRETENDIDO exige que a PRETENDENTE tenha idade entre 28 e 40 anos, não descartando, evidentemente aquelas de idade abaixo do limite inferior, descartando as acima do limite superior.

Devem ter um grau razoável de escolaridade, para que não digam, na frente de estranhos: "menas vezes", "quando eu se casei", "pobrema no uter", "eu já se operei do apênis", "é de grátis", "vamo de a pé", "adoro tar com você" e outras pérolas gramaticais.

Os olhos podem ter qualquer cor, desde que sejam da mesma e olhem para uma mesma direção. Os dentes, além de extremamente brancos, todos os 32, devem permanecer na boca ao deitar e nunca dormirem mergulhados num copo d'água.

Os seios devem ser firmes, do tamanho de um mamão papaia, cujos mamilos olhem sempre para o céu, quando muito para o purgatório, nunca para o inferno. Devem ter consistência tal que não escapem pelos dedos, como massa de pão.

Por motivos óbvios, a boca e os lábios, devem ter consistência macia, não confundir com beiço. A barriga, se existir, muito pequena e discreta, e não um ponto de referência.

O PRETENDIDO exige que a PRETENDENTE seja sexualmente normal, isto é, tenha orgasmos, se múltiplos melhor, mas mesmos os eventuais, quando acontecerem, que ela gema um pouco ou pisque os olhos, para que ele sinta-se sexualmente interessante. Independentemente da experiência sexual do PRETENDIDO, este exige que durante o ato sexual a PRETENDENTE não boceje, não ria, não fique vendo as horas no rádio relógio, durma ou cochile.

O PRETENDIDO exige que a PRETENDENTE não tenha feito nenhuma sessão de análise, o que poderia camuflar, por algum tempo, uma eventual esquizofrenia. A PRETENDENTE deverá ter um carro que ande, nem que seja uma Brasília, que tenha dinheiro para o táxi, uma vez que pela própria idade do PRETENDIDO, ele não tem mais paciência para levar namorada de madrugada para casa.


Enviar cartas, com foto recente, de corpo inteiro, frente e costas, para a redação deste jornal, para o codinome: "CACHORRO MORDIDO DE COBRA TEM MEDO ATÉ DE BARBANTE".


Pretendente responde

Resposta da PRETENDENTE, publicada dias após, no mesmo periódico cearense:


Prezado HOMEM DESCASADO, li seu anúncio no jornal e manifesto meu interesse em manter um compromisso duradouro com o senhor, desde que (é claro) o senhor também preencha outros "certos" requisitos que considero básicos!

Vale lembrar que tais exigências se baseiam em conclusões tiradas acerca do comportamento masculino em diversas relações frustradas, que só não deixaram marcas profundas em minha personalidade, porque "graças a Deus" , fiz anos de terapia, o que infelizmente contraria uma de suas exigências!

Quanto à idade convém ressaltar que espero que o senhor tenha a maturidade dos 40 anos e o vigor dos 28, e que seu grau de escolaridade supere a cultura que porventura tenha adquirido assistindo aos programas do "Show do Milhão"...!

Seus olhos podem ser de qualquer cor desde que vejam algo além de jogos de futebol e revistas de mulher pelada. E seus dentes devem sorrir mesmo quando lhe for solicitado que lave a louça ou arrume a cama. Não é necessário que seus músculos tenham sido esculpidos pelo halterofilismo, mas que seus braços sejam fortes o suficiente para carregar as compras.

Quanto à boca, por motivos também óbvios, além de cumprir com eficiência as funções a que se destinam as bocas no relacionamento de um casal, deve servir inclusive para pronunciar palavras doces e gentis e não somente: "PEGA MAIS UMA CERVEJA AÍ, MULHER !"

A barriga, que é quase certo que o senhor a tenha, é tolerável desde que não atrapalhe para abaixar ao pegar as cuecas e meias que jamais deverão ficar no chão.

Quanto ao desempenho sexual espera-se que corresponda ao menos palidamente à "performance" daquilo que o senhor "diz que faz" aos seus amigos!. E que durante o ato sexual, não precise levar à cama os livros: "Manual do corpo humano", ou "Mulher, esse ser estranho"!

No que diz respeito ao item alimentação, cumpre estar atualizado com a lista dos melhores restaurantes, ser um bom conhecedor de vinhos e toda espécie de iguarias, além de bancar as contas, evidentemente. Em relação ao carro, tornam-se desnecessários os trajetos durante a madrugada, uma vez que, havendo correspondência nas exigências que por ora faço, pretendo mudar-me de mala e cuia para a sua casa...meu amor!

Ass: A COBRA

Sábado, 15 de julho de 2006

Aniversário de uma pessoa muito querida: minha tia Evandra. Ops? Só isso? Não! Além de tia é minha amiga! Acredito que não é todo mundo que tem esse privilégio! Quem é que tem uma tia que é divertida, doidinha, legal e cúmplice ao mesmo tempo? Sou muito feliz por tê-la ao meu lado :D Tudo de bom tia Evandra! Sua sobrinha sempre estará do seu lado para o que for preciso. Te amo muito mesmo!


(Imagem Turma da Mônica - Parabéns)


Essa imagem é a cara dela! Turma da Mônica

Sábado, 15 de julho de 2006

ABSURDOOOOOOOOO:


(Imagem da mulher dirigindo)





CORRETO: (Imagem o homem se curvando)
Ahuhauhauhauhuahauahauhau

Sexta-feira, 14 de julho de 2006

Teste:


Uma garota, durante o funeral de sua mãe, conheceu um rapaz que nunca tinha visto antes.Achou o cara tão maravilhoso que acreditou ser o homem da sua vida. Apaixonou-se por ele e começaram um namoro que durou uma semana.Sem mais nem menos, o rapaz sumiu e nunca mais foi visto. Dias depois, a garota matou a própria irmã.


Questão: Qual o motivo da garota ter matado sua própria irmã???
(Não desça até o final antes de ter pensado em uma resposta!!!!!)

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Resposta:
Ela matou porque esperava que o rapaz pudesse aparecer novamente no funeral de sua irmã. Se você acertou a resposta, você pensa como um psicopata. Esse é um famoso teste psicológico americano para reconhecer a mente de asassinos seriais ( Serial Killers). A maioria dos assassinos presos acertou a resposta. Para um psicopata, sempre os fins justificam os meios.

Se você errou...
Bom para você,
Bom para sua família e
Bom para seus amigos.


Se você acertou a resposta e acaso me conhecer...
Apague meu nome da sua agenda,
Apague meu nº do seu celular,
Apague meu e-mail do seu micro e esqueça que me conheceu um dia!!!
Me esqueça!!!!!

Quinta-feira, 13 de julho de 2006

My Immortal - Evanescence


Estou tão cansada de estar aqui
Reprimida por todos os meus medos infantis
E se você tiver que ir
Eu desejo que você vá logo
Porque sua presença ainda permanece aqui
E isso não vai me deixa em paz
Essas feridas parecem não querer cicatrizar
Essa dor é muito real
Isso é simplesmente muito mais do que o tempo não pode apagar
Quando você chorou eu enxuguei todas as suas lágrimas
Quando você gritou eu lutei contra todos os seus medos
Eu segurei a sua mão por todos esses anos
Mas você ainda tem tudo de mim
Você costumava me cativar
Pela sua luz ressonante
Agora eu estou limitada pela vida que você deixou para trás
Seu rosto assombra
Todos os meus sonhos, que já foram agradáveis
Sua voz expulsou
Toda a sanidade em mim
Eu tentei com todas as forças dizer a mim mesma que você se foi
Mas embora você ainda esteja comigo
Eu tenho estado sozinha todo esse tempo.